Mercado

A defesa brasileira

O sucesso do etanol brasileiro continua incomodando países sem domínio da tecnologia para essa energia renovável. Dirigentes da Fundação Getulio Vargas explicaram ontem para investidores alemães que a produção de cana-de-açúcar não compete com alimentos nem representa risco para a preservação da Amazônia. “Nosso trabalho, aqui, é derrubar os mitos contra o etanol”, disse à coluna o diretor da FGV Cesar Cunha Campos, coordenador do trabalho de pesquisa feito na América Central e Caribe e do planejamento do mapeamento das possibilidades do etanol no Senegal e em Guiné Bissau.

Defesa 2

As pesquisas feitas na América Central e Caribe resultam de acordos feitos entre os governos norte-americano e brasileiro. Na África, o trabalho será feito após os acordos de cooperação no âmbito da União Europeia.

Defesa 3

O governo brasileiro, na promoção do etanol e do biodiesel, mata dois coelhos com uma só cajadad! a. Ajuda os países pobres e incentiva a indústria brasileira a exportar para esses novos mercados.

Defesa 4

Com o mapeamento agroecológico para a cana-de-açúcar no Rio Grande do Sul, produtores e industriais vislumbram boas perspectivas para o etanol no Estado, admitiram expositores gaúchos em Hannover.

Tecnologia

A bancada gaúcha deve se mobilizar para garantir aumento dos recursos orçamentários para o IF-Sul, antigo Cefet de Pelotas. O coordenador, Vieira da Cunha (PDT, foto), receberá o pedido dos professores. Outros Estados, com menor nível de demanda, receberam mais investimentos.

Chimarrão

O empresário José Francisco Czermainski, de Guaíba, trouxe chimarrão. A curiosidade dos alemães é grande quando o gaúcho prepara e toma seu mate à tardinha, depois das visitas à feira.

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