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Leilão de Energia Nova terá 19 projetos de biomassa

Em 2018, leilão contou com 28 projetos

Unidade da Barralcool: produção de eletricidade a partir do bagaço (Foto: JornalCana/Arquivo)

O Leilão de Energia Nova denominado A-4 terá 19 projetos de geração de eletricidade a partir da biomassa.

O número consta de resultado final da etapa de cadastramento de projetos e foi divulgado em 05/04 pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia (MME).

Os 19 projetos de biomassa totalizam oferta de 1.039 megawatts (MW).

Esses 19 projetos formam número bem inferior aos apresentados em leilão semelhante do ano passado.

E como foi a comercialização?

No Leilão A-4 de 2018, os projetos de biomassa somaram 28 em oferta de 1.422 MW. Deles, a fonte biomassa conseguiu comercializar dois projetos, em total de 6% da energia transacionada.

Clique aqui para mais informações sobre o Leilão A-4 de 2018

 

 Saiba mais sobre o Leilão A-4 deste ano

A liderança no cadastramento do Leilão A-4/2019 é da fonte fotovoltaica com 26.253 MW (751 projetos), seguida da eólica com 23.110 MW (751 projetos). A tabela a seguir apresenta o resumo do cadastramento do Leilão A-4/2019.

O Leilão A-4/2019 deverá ser realizado em 28 de junho de 2019.

Quem vender nesse leilão, terá o início do suprimento de energia elétrica marcado para a partir de 1º de janeiro de 2023.

Conforme a ANP,  a fonte biomassa concorrerá por contratos de fornecimento de energia que durarão por vinte anos.

Para Zilmar José de Souza, gerente de bioeletricidade da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), é importante que a fonte biomassa consiga comercializar mais projetos agora no Leilão A-4/2019 para estimular a entrada de nova capacidade instalada no setor sucroenergético.

O ano de 2018 foi o 3º pior ano de contratação de novos projetos nos leilões regulados promovidos pelo Governo Federal, desde sua implantação em 2005.

“Precisamos aprimorar este modelo de contratação e que os preços nos leilões regulados passem a incorporar adequadamente as externalidades da bioeletricidade e as características de cada projeto (retrofit; greenfield; aproveitamento da palha e bagaço; geração de biogás etc.)”, relata.

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