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Investimentos atraem líderes de produtores dos EUA

Atraídos pelas terras férteis brasileiras e pela possibilidade de investir no Brasil, uma comitiva comandada pelo presidente da American Farm Bureau Federation (AFBF), Robert Stallman, chegou esta semana ao país. O grupo composto por dirigentes de cinco federações estaduais de agricultura dos Estados Unidos, foi recebido nesta terça-feira, dia 29 de março, pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

No encontro, Robert Stallman deixou claro o interesse norte-americano em produzir no país. “As terras produtivas brasileiras são quase um ímã para qualquer produtor”, disse.

O ministro Wagner Rossi explicou que o fato do governo brasileiro ter limitado a aquisição de terras por estrangeiros no ano passado para impedir a entrada de capital especulativo no Brasil, não significa que há uma rejeição aos investimentos. “O governo da presidente Dilma Rousseff está estudando uma forma jurídica para garantir investimentos produtivos estratégicos sem ameaça à soberania nacional”, reforçou.

O ministro Rossi mencionou que o país está na vanguarda no desenho de políticas públicas na agricultura para a redução da emissão de gases de efeito estufa.

Com números, o ministro demonstrou que o aumento da produção é resultado da maior produtividade e não da ampliação de terras utilizadas. “Nos últimos 20 anos, a área plantada no Brasil cresceu apenas 25% enquanto nossa produção global cresceu 152%. O Brasil tem 55% de sua área de cobertura vegetal original e já atuamos em 8 milhões de hectares extraindo das florestas naturais aquilo que elas podem oferecer sem que seu equilíbrio seja ameaçado”, completou.

Stallman e dirigentes da AFBF se mostraram impressionados com o esforço brasileiro em compatibilizar produção de alimentos e meio ambiente.

No encontro, Rossi também mencionou obras importantes do PAC que vão dar outra dinâmica ao escoamento da safra brasileira, como a revitalização dos eixos ferroviários Norte-Sul e Transnordestina e de hidrovias. “Temos que usar a intermodalidade para baixar nossos custos”, explicou.

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