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Grupo Tércio Wanderley lança pedra fundamental de destilaria em União de Minas

O Grupo Tércio Wanderley lançou neste dia 25 de setembro, a pedra fundamental da nova unidade no município de União de Minas (MG).

O lançamento aconteceu no centro da cidade e recebeu a população, autoridades da cidade e região, além de representante do governador.

De acordo com Vitor Montenegro Wanderley Junior, a unidade de União de Minas deverá ser uma destilaria autônoma dedicada a exportação de álcool principalmente para a China e Japão. A moagem está prevista para 2007/08, com capacidade total para 1,5 milhão de toneladas de cana, produzir aproximadamente 140 milhões de litros ou mais e empregar de 2,5 mil a 3 mil pessoas.

Segundo o diretor, o país deve estar preparado para a entrada de grupos estrangeiros no setor. “Grandes grupos virão adquirir empresas no Brasil. Temos que estar preparados para enfrentar a agressividade desses estrangeiros, ou vamos perder mercados”.

A unidade deverá ocupar 25 mil ha de terras, menos de 20% da área do município, e segundo Wanderley Junior, o plantio de cana será mais uma opção para agricultores da região. “Quem quiser plantar cana poderá firmar parceria conosco, e receberá toda assistência técnica do Grupo Coruripe. Garantimos comprar toda a cana plantada, em nossas usinas da região nunca deixamos um pé de cana no campo”, explica.

O diretor disse que os interessados poderão começar a plantar imediatamente já que a usina Iturama ainda absorve cana.

Neste momento, o Grupo está procurando área para construir a destilaria, mas já há negociações em uma fazenda da cidade, a Colorado.

Maurício Tenório Wanderley, diretor gerente, diz se sentir grato de ter condições de fazer o lançamento de outra unidade no triângulo mineiro. “As pespectivas do mercado abrem oportunidades de planejarmos a União de Minas”.

Para Maurício Wanderley, esta unidade fortaleceria os negócios do álcool para o futuro. “Os investimentos estrangeiros já estão aqui e são nossos concorrentes. Diante disto, o Brasil tem que ter escala para concorrer com eles. O grupo deve estar bem sólido tanto financeiramente como em escala de produção”, afirma.

Ele explica que os estrangeiros estão comprando unidades, e os brasileiros não estão tendo fôlego de acompanhar as ofertas nos investimentos.

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