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Grupo J. Pessoa defende estratégias comuns

Considerado uma das maiores organizações independentes do setor sucroalcooleiro nacional, o Grupo J. Pessoa não vincula independência com desvencelhimento dos compromissos setoriais, até mesmo por uma questão se sobrevivência coletiva. Para o diretor Comercial e de tecnologia do grupo empresarial, Fernando Perri, “a condição de independente não nos isenta de responsabilidade com as estratégias setoriais, que devem atender interesses comuns”.

É verdade, acrescenta ele, que cada unidade produtora traça suas estratégias segundo características peculiares, como a localização e logística de comercialização disponível. Isso não significa, entretanto, “que as estratégias individuais devam desconsiderar os interesses traçados pelo setor”. No caso da desova no mercado do açúcar e do álcool, pondera que as deficiências de fluxo de caixa de uma pequena unidade produtora podem, sim, desestabilizar a safra de toda cada produtiva, ao se ofertar a produção por preços impostos por especuladores.

Perri atribui as turbulências de preços que o setor vem enfrentando a uma falta de adequado planejamento de muitas unidades produtoras. Para ele, o crescimento da produção deve estar diretamente associado à confirmação da expansão do mercado. No caso dos independentes, a maioria de pequeno porte, houve crescimento de produção e custos operacionais, sem mercados garantidos para a destinação da safra. Em consequência disso, se viram obrigados a entregar em larga escala toda a produção para manter o fluxo de caixa. O resultado: preços abaixo da metade em relação ao que se praticava no começo do ano passado.

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