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GM vai incentivar combustíveis alternativos

A General Motors Corp. informou que pretende instalar um laboratório de pesquisa em Xangai (China) e trabalhar em cooperação com a SAIC Motor Corp., a maior montadora da China, para desenvolver veículos movidos a combustíveis alternativos no país, o segundo maior mercado automobilístico do mundo, de acordo com as agências internacionais.

O Centro GM de Ciência & Pesquisa Avançadas vai estudar a possibilidade de desenvolver veículos movidos a combustíveis alternativos, entre os quais híbridos a energia elétrica e gasolina recarregáveis em tomadas comuns da rede elétrica, disse Rick Wagoner.

A primeira fase de construção estará concluída no ano que vem.

O plano vai “acelerar a pesquisa em áreas de tecnologia de maior eficiência de combustíveis e mais ambientalmente corretas que sejam socialmente responsáveis, economicamente viáveis, ambientalmente sustentáveis e tecnologicamente factíveis”, disse Wagoner.

O laboratório de pesquisa implantado em Xangai chama a atenção para a estratégia formulada por Wagoner, ao custo de US$ 3 bilhões, para concorrer com a Toyota Motor Corp. e a Honda Motor Co. no desenvolvimento e venda de veículos econômicos em uso de combustíveis, num momento de alta do preço do petróleo bruto, que chegou a subir hoje para US$ 93 o barril. A GM, a maior montadora dos Estados Unidos, está desenvolvendo motores a gasolina com maior rendimento em termos de quilometragem por litro, veículos movidos a etanol, híbridos de gasolina e energia elétrica, automóveis elétricos e modelos com propulsão a células de combustível a fim de reduzir sua dependência do petróleo.

Em iniciativa paralela, a GM e a Shanghai Automotive Industry Corp., holding da SAIC Motor, vão fazer conjuntamente uma doação de US$ 5 milhões, ao longo de cinco anos, à Universidade de Tsinghua, a principal instituição de pesquisa do país, para o estudo e desenvolvimento de energia não-poluente, disse hoje Wagoner.

A GM vendeu 753.000 veículos na China nos nove primeiros meses deste ano, cerca de 20 por cento mais que no ano passado, disse Kevin Wale, presidente do conselho administrativo da subsidiária chinesa da montadora.

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