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Ginástica laboral conquista 100% de adesão

Um programa iniciado em 2002 tem mudado a rotina e conquistado colaboradores da Usina São José, de Pernambuco. O programa foi

implantado a princípio no campo e logo chegou ao escritório, garagem,

armazém, laboratório, áreas de custos e de informática, almoxarifado, setor de transporte… Ou seja, hoje toda a usina pratica a ginástica laboral. Apesar de uma certa resistência por parte de alguns trabalhadores do campo no início, a prática foi aceita e está chamando a atenção de outras unidades e de cortadores de cana de

outras regiões que procuram a usina para trabalharem. Segundo Eraldo Souza, da empresa Corpo e Atitude, coordenador da equipe de ginástica

laboral na usina, até a direção está aderindo às atividades. “A São José é a primeira usina do Estado a implantar a ginástica no campo, na

indústria e no escritório. O programa funciona na safra e na entressafra”, afirma. Souza explica que aos poucos a usina está colhendo os resultados e a satisfação dos funcionários está provando que valeu a pena, inclusive para aproximá-los, mas pois muitos

exercicíos são feitos em dupla. “De um ano para cá, percebi que o pessoal sente quando algum professor falta. Ouvimos também muitos comentários positivos da performance nas atividades, principalmente dos cortadores de cana. Hoje ouço as pessoas dizerem que estão mais dispostas, acordam bem humoradas, o manuseio com as ferramentas de trabalho melhoraram, as tonturas e dores nos dedos e coluna passaram”.

De acordo com o professor, não há dúvida que a atividade física

promove uma melhora na qualidade de vida. “Os exercícios ajudam a melhorar a oxigenação do cérebro, melhora o funcionamento do sistema

cardio-respiratório, o relacionamento familiar e o desempenho no

trabalho. Não é fácil mas também não é nenhum bicho de sete

cabeças”, informa. A equipe ministra aula de uma hora e meia, para aproximadamente 4.200 colaboradores em forma de aquecimento e alongamentos para trabalhar as principais dificuldades e prevenir doenças na safra e 2000 pessoas na entressafra. “Esta foi e é uma oportunidade única para mim, somos como uma família, unidos por um mesmo ideal. Gosto muito do que faço e estou colhendo ótimos resultados”, diz Souza. Confira matéria completa no JornalCana – Edição 133.

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