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Gemea reúne especialistas de “peso” no setor

O GEMEA recebeu no seu 13° encontro realizado no dia 08/07/11, em Goiânia (GO) várias celebridades do setor sucroenergético que contribuiram para informações de relevada importância para os 160 participantes que estiveram presentes.

Dentre os palestrantes que contribuiram decisivamente para o sucesso do evento, o Grupo recebeu Henrique Amorim, diretor presidente da Fermentec, Marcia Mutton, da UNESP e o engº Nelson Rodrigues da Rocha, coordenador de manutenção preditiva do Grupo ETH, Unidade Eldorado (MS). “Nós que fazemos parte da equipe do GEMEA, enfatizamos a nossa honra em ter recebido o Dr Amorim, que pela sua humildade e experiência. Como uma das personalidades do setor, o especialista atua desde a criação do Proalcool, e tornou-se um incansável defensor das inovaçoes do setor porque buscar estratégias para o segmento sempre foi e será seu objetivo”, lembra Hélio Belai, diretor de marketing do Grupo.

Segundo ele, o GEMEA impulsiona novas soluções para agroindústria, revolucionando e criando novas perspectivas, oferecendo novos conhecimentos que visam diferentes métodos para o cultivo da cana, desde o simples plantio à colheita com altos lucros com uma margem de prejuízos reduzida no produto final e com rendimentos de maior qualidade e quantidade, tema do evento. “A cada encontro do GEMEA aumenta o número de participantes pois o objetivo do Grupo é passar informações para os usuários industriais através de ciclos de Palestras. A melhoria na concientização, estrutura e na segurança do usuário industrial do setor do Centro-Oeste é bastante sensível no dia a dia do trabalho, influenciando totalmente na maior produtividade industrial”, frisa.

Outra personalidade do encontro foi o engº Irajá Bernardino Júnior, consultor Técnico, que palestrou sobre a sustentabilidade e eficiência energética. Henrique Amorim fez uma exposição sobre a qualidade da cana impacto na indústria (extração, fermentação, fabricação, açúcar ,etc). Logo após Márcia Mutton(UNESP) relatou sobre a qualidade da matéria prima e reflexos sobre o processamento industrial.

Belai afirma que uma Fermentação bem conduzida pode agregar 3% a mais de etanol para unidade, neste caso a cada 1 milhão de toneladas processadas, a indústria ganha a mais R$ 2.550.000,00/safra.

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