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Falta definir preço para o álcool Colombiano

“A Colômbia caminha muito bem com seu projeto de álcool, o Governo agora precisa determinar a formulação de preços”, analisa Juan José Lülle, presidente o Setor Agroindustrial da Organización Ardila Lülle, grupo colombiano que entre várias atividades atua na fabricação de açúcar com 8 milhões de toneladas de cana moídas por ano. O empresário visitou a Companhia Energética Santa Elisa – CESE, nesta sexta-feira, acompanhado de seus principais executivos.

Segundo Lülle, a questão dos preços do álcool caminha para uma definição que pode ser a adoção do mesmo preço da gasolina, mas sem os impostos. “A isenção de impostos é, sem dúvida, um incentivo adicional para a produção do álcool”, analisa.

Além de conhecer as instalações industriais da empresa os empresários retribuíram a visita à Colômbia feita emjunho último por uma comitiva brasileira liderada por Maurílio Biagi Filho, conselheiro da CESE e da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo – UNICA.

Segundo Biagi, as relações entre empresários e autoridades brasileiras e colombianas se estreitaram nos últimos meses, devido a um esforço entre os dois governos estimulados pela lei de adição de 10% de álcool na gasolina que foi sancionada pelo presidente da Colômbia, Álvaro Uribe Vélez, no dia 25 de junho último. A lei determina que a mistura entre em vigor a partir de 2005. O prazo é para que sejam montadas destilarias que atendam à demanda inicial de 900 mil litros/dia e, de acordo com projeção do Governo colombiano, nove destilarias devem ser erguidas, as três primeiras antes de 2005.

A Organización Ardila Lülle planeja construir uma destilaria com capital 100% colombiano para entrar em funcionamento em setembro de 2005 com produção inicial de 600 mil litros/dia.

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