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Etanol para os carros da Mercedes-Benz

No ano 2000, a Volkswagen lançava o Gol 1.6 com a tecnologia flex, podendo ser abastecido com etanol ou gasolina, em qualquer proporção, sem prejuízo para o motor.

O que, no início, era algo revolucionário, virou obrigatoriedade para vender bem no Brasil, país onde o preço dos combustíveis sofrem variações entre estados, cidades e estações climáticas.  E, agora, chegou para os modelos mais caros, como as  linhas da BMW, Citroën e, a novidade,  Mercedes-Benz.

O hatch aventureiro GLA 200 aceita etanol no tanque
O hatch aventureiro GLA 200 aceita etanol no tanque

A marca alemã, que prepara a sua fábrica em Iracemápolis, interior de São Paulo, apresentou seus motores flex para os modelos GLA 200, A 200 e CLA 200. O 1.6 turbo, com injeção direta de combustível, tem 156 cv de potência.

Ele vem atrás da também alemã BMW, que já vende seus modelos flex equipados com motor 2.0 turbo de 186 cv, e da francesa Citroën, com o sedã médio C4 Lounge 1.6 turbo flex, com 173 cv. O etanol agora faz parte da realidade dos mais ricos também.

A Audi prepara o seu 1.4 turbo flex para equipar o A3 Sedan, que será fabricado no Paraná no segundo semestre, para concorrer com esta linha flex de luxo. Este motor também estará no hatch Volkswagen Golf.

Nos anos 1980, você imaginava que os carros mais caros abasteceriam na bomba de etanol? Os importados gostaram do nosso combustível e da nossa terra. Mesmo em tempo de crise, elas investem no país, com fábricas e tecnologias exclusivas. Só não ficam baratas de comprar.

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