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Etanol de milho entra no foco da Logum

Com aporte de R$ 1,8 bilhão do BNDES, empresa anuncia investimentos em suas operações de transporte de biocombustível por duto

A Logum Logística, empresa que tem como acionistas Petrobras, Raízen, Copersucar e Uniduto, mira o etanol de milho para expandir suas operações.

A empresa obteve recentemente aprovação de financiamento de R$ 1,8 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo informação do BNDES em 08/01, o montante será empregado para a implantação da infraestrutura dutoviária e de armazenamento do Sistema Logístico de Etanol.

Em entrevista para a imprensa, Wagner Biasoli, CEO da companhia, disse que a Logum garantiu financiamento para uma expansão para ligar novas usinas no Estado de Minas Gerais, impulsionar a entrega para São Paulo e atingir capacidade total de 6 bilhões de litros por ano.

Em seguida, estão os Estados de Goiás e Mato Grosso, no Centro-Oeste, alguns dos maiores produtores de grãos do país, disse ele, acrescentando que os novos incentivos aos biocombustíveis que entrarem em vigor em 2020 deverão ajudar a impulsionar a demanda por etanol.

Extensão do duto ao Mato Grosso

Em entrevista, o CEO da Logum, Wagner Biasoli afirmou que o próximo passo será atingir os estados do Centro-Oeste, polo brasileiro na produção de grãos.

A iniciativa antecipa a mudança na legislação de incentivos aos biocombustíveis, prevista para entrar em vigor em 2020.

Durante sua entrevista para a imprensa, Biasoli conta que passou por Mato Grosso recentemente e que existe a possibilidade de estender o duto para Cuiabá.

A intenção, disse, ocorre porque a Logum prevê que, muito em breve, o estado será responsável pelo beneficiamento de 1 bilhão de litros de etanol de milho por ano, aumentando ainda mais essa produtividade até 2023.

“O Estado deve chegar a 5 bilhões de litros nos próximos três a cinco anos”, comentou.

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