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Três perguntas para André Rocha, presidente do Fórum Nacional Sucroenergético

2007-10-01 Andre Luiz Lins Rocha Presidente Sifaeg (3)

JornalCana: Como o senhor avalia as manifestações públicas por políticas favoráveis ao setor?

André Rocha: O setor se encontra desesperado. Diversos trabalhadores perderam seus empregos, outros tantos estão em vias de perder, além dos que deixaram de ser contratados no início da safra. A manifestação é algo natural, dado o cenário que vivemos, mas vez que, também é um problema social. Municípios dependem desta renda para manter sua economia. Essa não é uma manifestação política e nem partidária. É uma ação de um setor importante para a economia nacional, que em algumas regiões chega a ser fundamental e que precisa desesperadamente de socorro.

Como está o diálogo entre setor e governo?

O Fórum Nacional Sucroenergético, as frentes parlamentares e a indústria de base, buscam dialogar, mostrar os problemas e até possíveis soluções. É um trabalho permanente e que tem avançado. Contudo, as soluções não vieram.

O aumento da mistura de anidro da gasolina traria fôlego ao setor?

Sim, mas não houve nenhuma mudança. Membros do governo repetem que o setor precisa definir as prioridades, ao invés de propor várias soluções. Mas quando o setor foca em alguns pontos o governo os rechaça. Por exemplo, sempre pedimos um papel claro do etanol e da bioeletricidade na matriz energética brasileira, fato que o governo não definiu. Não estamos pedindo subsídio ao etanol como já foi mencionado por representantes do governo, mas sim, que nosso concorrente não o receba. Isso torna o mercado totalmente desigual e desleal.

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