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Entenda como a Diana Bioenergia foi do prejuízo ao lucro

Empresa controla unidade em Avanhandava (SP)

As empresas Diana Bioenergia Avanhandava S/A, Renata Sodré Viana Egreja Junqueira e Avanhandava
Agropecuária Ltda. têm motivos para celebrar os resultados da safra de cana 2018/19.

Nos doze meses da temporada, encerrada em 31 de março de 2019, as empresas registraram receita bruta acima de R$ 200 milhões, o EBTIDA (ajustado) ultrapassou os R$ 80 milhões.

Foram plantados plantamos mais de 3,6 mil hectares (25% da lavoura própria).

Além disso, foram realizadas obras de implementação para cogeração e exportação de energia elétrica.

Mesmo assim, as empresas apuraram lucro líquido ante prejuízo na safra anterior.

Safras anteriores

Antes disso, na safra 2016/17 e 2017/18 o Grupo Diana moeu 1.425 e 1.353 mil toneladas de cana respectivamente.

Por sua vez, na safra 2018/2019 foram processadas 1.228 mil toneladas. “É importante ressaltar que nessa safra, ao contrário das anteriores, não tivemos moagem no mês de março por decisão estratégica”, destaca a diretoria.

Confira a seguir destaques do relatório de administração do Grupo Diana:

Motivos dos resultados

  • Hoje o Grupo Diana possui planejamento mais qualificado e de longo prazo considerando o
    ciclo de 05 anos.
  • Ao longo desses anos haverão ajustes e correções de rota.
  • Dentro desse planejamento a previsão é de moer 1.260 mil toneladas na safra 2019/20, também
    sem moer no mês de março
  • Na safra 2020/21, a estimativa é processar aproximadamente 1.600 mil toneladas.
  • E atingir a capacidade plena de moagem a partir da safra 2021/2022, com
    aproximadamente 1.800 mil toneladas.

Ajustes na 18/19

  • Na safra 2018/2019 o Grupo trabalhou diversas variáveis para ajustar e corrigir o canavial, porém
    é preciso continuar investindo na renovação e melhoramento do mesmo.
  • Os custos operacionais estão melhorando de forma consistente, tornando-se mais eficientes e baixos.
  • Na área Industrial, foi realizado um mix alcooleiro na safra 2018/19, mas, mesmo assim a indústria respondeu bem, com eficiência de 87% e disponibilidade industrial acima de 97%.

  • Na área Agrícola foi investido bastante na renovação e expansão do canavial, com plantio de 3.664,04 hectares, 100% georreferenciados e planejados com sistematização.
  • Investiu-se também em manejo varietal apropriado para os solos e com viveiros de MPB (mudas pré brotadas).
  • Também foi investido em agricultura de precisão e, hoje, 100% das áreas tipificadas e trabalhadas com nutrientes e micronutrientes conforme essa análise.
  • Para obter melhores resultados, a análise do canavial é via satélite e dos plantios via drone, GPS, Piloto
    Automático, com fila única no CTT, controle de pragas e aplicação de fungicidas.

Na área financeira

  • Criamos uma gerência para orçamentos e suprimentos, política de decisão de investimentos e endividamento, modernização industrial, entre várias outras atitudes implementadas.
  • Elaboramos juntamente com a Czarnikow uma Política de Risk Management, regras de precificações de VHP com reuniões quinzenais entre diretores, profissionais e acionistas.
  • Já no comitê financeiro são reuniões mensais que avaliam e aprovam ou não cada financiamento e/ou investimento acima de um valor pré-determinado.
  • Como aderência a nossa política de Risk Management, estamos com 70% do açúcar desta safra fixado a R$1.174,50/tonelada (Considerando POL).
  • E para a próxima safra, temos 10% fixado açúcar e câmbio a um nível de R$1.295,99/tonelada (Considerando POL) e 41% fixado apenas câmbio a um nível de R$4,07, que, com base nas nossas discussões quinzenais, em se conseguindo fixar o açúcar a um nível de 14,80 cents/lb, atingirá o valor de R$1.383,75/tonelada (Considerando POL).

  • Estamos agora trabalhando na elaboração de um Risk Management para o Etanol, afim de tirarmos a emoção e deixarmos apenas a técnica determinar o momento e valores mais oportunos.
  • Mais uma vez é importante ressaltar que nos números desse fechamento de Safra
    (2018/2019) estão inclusos os investimentos relativos a esse plantio de 3.664,04 hectares e as obras de implementação da cogeração para exportação de energia.

Plantio, cogeração e investimento

  • Com o investimento no plantio espera-se ter aproximadamente 1.600 mil de toneladas de cana na safra 2020/2021 e 1.800 mil de toneladas na safra 2021/22, melhorando consequentemente nosso rendimento
    agroindustrial (KG ATR/ha), bem como todos nossos demais índices.
  • Esperamos exportar 8.000 MWh na safra 2019/2020 e aproximadamente 12.500 MWh na safra
    2020/2021.
  • A principal acionista do Grupo, Renata Sodré Viana Egreja Junqueira, vendeu uma propriedade agrícola na região de Araçatuba com área de 1.797 ha. pelo valor de R$ 45.300 mil.
  • O mesmo foi totalmente integralizado na companhia, afim de melhorar a liquidez, diminuir o montante e melhorar a qualidade do endividamento do Grupo.

Safra 2019/20: expectativas

Com o objetivo de melhorar os resultados do plano de safra, foi adiado o início da moagem da 19/20 para o dia 28/04/2019.

O objetivo “foi capturar mais TCH e ATR do nosso canavial, e, com isso, a aderência ao planejado no mês de maio/2019 foi acima do planejado.”

 

Seguem as expectativas para a safra:

 

 

Relatório Operacional

 

EBITDA/Receita

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