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Eficiência do insumo biológico é resultado da qualidade da matéria-prima

É preciso verificar o princípio dos ativos

Luciano Zappelini

O controle biológico já é tradicional no controle de pragas e doenças da cana-de-açúcar, mas sua adoção completa depende da maior eficácia dos produtos, que só pode ser garantida com um criterioso processo de qualidade da matéria-prima e de manufatura.

Na Koppert, os biodefensivos são produzidos a partir de cepas e organismos selecionados e dentro das normas de qualidade, para que quando cheguem ao campo, combatam com eficiência insetos predadores e patógenos.

Segundo o gerente comercial cana-de-açúcar da empresa, Vinícius Lopes, o produtor precisa estar atento ao nome comercial do produto que gera resultados.

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“Muitas vezes, o cliente faz uma cotação de preços baseada no princípio ativo, mas não são todos iguais. Comprar somente baseado no valor mais baixo pode ocasionar uma perda de produtividade pela ineficácia do produto”, orienta.

A Koppert investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento, para melhoria de seus produtos e lançamentos de novos bioinsumos no mercado, e também na sua capacidade produtiva.

“Essa preocupação com a qualidade garante produtos mais eficientes e melhor tempo de prateleira”, explica Lopes.

A área de pesquisa e desenvolvimento de microbiológicos da companhia teve uma significativa ampliação nos últimos meses, com expansão do laboratório, que dobrou de tamanho e recebeu novas instalações como áreas exclusivas para formulações de produtos, tratamento de sementes, área para testes de acondicionamento e shelf life e câmara para o crescimento de plantas.

Parte dos projetos de P&D são direcionados aos processos industriais, que melhoram a eficiência fabril, com ganhos como tempo de processo reduzido, aumento de concentração dos esporos dos fungos e estudo das enzimas e metabólitos produzidos.

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“As melhorias de shelf life, bem como novas formulações, visam, além de facilitar o manuseio no campo, preservar o micro-organismo e garantir sua melhor performance nas lavouras”, explica Luciano Zappelini, gerente de produção e desenvolvimento da Koppert.

A Koppert tem o portfólio mais completo de biológicos para a cultura da cana, com o Galloibug (Trichogramma galloi), que atua sobre a broca-da-cana, o Metarril (Metarhizium anisopliae), inseticida que controla a cigarrinha da raiz e o Trichodermil (trichoderma hazianum), fungo com ação fungicida e nematicida.

Neste ano, a empresa lançou mais dois produtos, o Boneville (Bacillus amyloliquefaciens), que é uma bactéria que atua como nematicida e auxilia na reestruturação do solo e o Roadster (Ascophyllum nodosum), biofertilizante que estimula o crescimento das plantas e melhora sua resistência frente aos estresses e ao ataque de pragas e doenças.

Esta matéria faz parte da edição de outubro do JornalCana:

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