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“É uma questão de adaptação”, diz CEO da Biosev

Na ultima sexta-feira, 21 de março, a Biosev, segunda maior processadora de cana-de-açúcar do país, informou que passará por um processo de reestruturação em seu negócio.

Entre as ações estão alongar a dívida, enxugar o quadro de gerentes e diretores, além de hibernar a usina Jardest, no inteiror de São Paulo.

Rui Chammas, CEO da Biosev, falou sobre a nova proposta de trabalho, aprovada por unanimidade pelo Conselho da empresa. “Não diria que é uma questão de sobrevivência, mas sim, adaptação. No cenário adverso, quem tem sucesso é quem se adapta melhor”.

O representante explica que o objetivo é fazer com que a Biosev gere um caixa positivo ainda nesta safra. Por isso, a hibernação da Jardest. “Ela é uma usina pequena dentro do nosso portfólio. Dado o seu tamanho e condições de mercado não estava gerando caixa da maneira que gostaríamos, então a decisão é mantê-la hibernada até as coisas melhorarem”, explicou.

Já sobre as finanças, Chammas coloca a questão como algo preventivo. “A Biosev não tem nenhum problema financeiro. Nossa dívida se encontra negociada e temos um excelente relacionamento com os bancos. Contudo, entendemos que para melhor passar por esse ciclo de baixa, que não sabemos quando vai terminar, quanto mais longa for nossa dívida, melhor”, finaliza.

A cana que seria processada pela Jardest será destinada a outras usinas do grupo, localizadas na região de Ribeirão Preto, SP. A unidade tem capacidade industrial para processar 1,5 milhão de toneladas por safra.

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