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Drama do Nordeste deve se estender por mais duas safras

Não bastasse a seca severa dos últimos 50 anos que atingiu a safra nordestina, a região Nordeste também sofreu com o excesso de chuvas atípicas no início de safra. Por um lado, ajudou na produtividade, mas em termos de qualidade, o comprometimento foi sério e deverá atrasar o final do ciclo. Por isso, Renato Cunha, presidente do Sindaçúcar de Pernambuco, acredita que será impossível que a região se recupere em um ou dois ciclos. “Em algumas áreas da região Nordeste a quebra na safra passada foi em torno de 25%. E em 2013, em alguns estados da região (Alagoas e mata sul de Pernambuco principalmente), as chuvas inviabilizaram o início da safra, que só se normalizou em meados de novembro”, lembra. Para o executivo, a produtividade deve crescer em comparação a safra passada, devido às chuvas, porém em termos de qualidade, a sacarose foi comprometida, fazendo com que a cana levasse mais tempo para atingir sua maturação. “O ATR médio está em 120 kg de açúcar por tonelada de cana”, diz.

Até 30 de novembro, os estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, juntos haviam moído aproximadamente, 17 milhões de toneladas de cana; produzido cerca de 1,1 milhão de toneladas de açúcar e 422,6 milhões de litros de etanol, segundo dados do Ministério da Agricultura, repassados pelo Sindaçúcar-PE.

A matéria completa você acompanha na edição 241 do JornalCana.

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