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Dólar tem menor cotação do governo Lula e C-Bond opera estável. Bovespa e risco sobem

O dólar comercial iniciou em queda a segunda etapa desta segunda-feira. A moeda norte-americana abriu o período em baixa de 0,84%, em relação ao fechamento de sexta-feira, cotada a R$ 2,807 para compra e R$ 2,809 (a mínima do dia) para venda. Até o momento, a máxima cotação do foi de R$ 2,836. É a menor cotação desde o dia 11 de julho de 2002, quando a moeda norte-americana fechou a R$ 2,975 para a venda. A cotação desta segunda-feira atingiu assim o menor patamar desde o início do governo Lula.

A Bovespa subia 1,35% em relação ao fechamento de sexta-feira, às 14h34, para 24.239 pontos, com um movimento generalizado de compras.

Segundo analistas, apesar de a bolsa ter subido em 10 dos últimos 11 pregões, ainda há espaço para a alta, principalmente com o fluxo mantendo-se alto.

O C-Bond, principal papel da dívida externa brasileira, operava praticamente estável (-0,06%) às 14h13, cotado a 100,75% do valor de face . Na sexta-feira, o C-Bond fechou em alta de 0,68%, cotado a 100,81% do valor de face – patamar nunca alcançado desde sua emissão – no âmbito do plano de reestruturação da dívida bradie – em 1994.

O risco Brasil, medido pelo banco de investimentos J.P.Morgan e que avalia a capacidade de um país honrar as suas dívidas subia 0,73%, às 14h27, para 410 pontos.

No mercado de câmbio, queda foi provocada por um leilão de compra de moeda realizado pelo Banco Central e pela notícia de que o Brasil prepara uma emissão de bônus no exterior com prazo de 30 anos.

A moeda norte-americana operava perto do zero a zero pela manhã mas assumiu trajetória de queda depois que o BC aquiriu dólares ao preço máximo de R$ 2,829, ligeiramente abaixo da cotação de R$ 2,830 que vigorava no mercado no momento do anúncio da emissão.

“Tem tido um movimento do pessoal fazendo algum tipo de especulação para ver se ele (o BC) vem mais forte na compra, mas ele tem sido bem tranquilo”, disse o gestor de recursos da Opportunity Asset Management Daniel Vairo.

A queda se acentuou, no entanto, com a notícia de que a República prepara uma emissão externa de US$ 1 bilhão. O prazo dos papéis, de 30 anos, surpreendeu positivamente o mercado.

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