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Dilma elogia parceria em usina no Sul

A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, ao participar ontem da cerimônia que marca o início da construção, a partir do próximo mês, da Usina Hidrelétrica Castro Alves, no Rio Grande do Sul, elogiou o trabalho de parceria e o diálogo com o governo gaúcho. “O complexo Companhia Energética Rio das Antas (Ceran) é exemplar na Parceria Público-Privada, exemplar como projeto de licenciamento ambiental da bacia do Taquari-Antas e exemplar porque sinaliza a retomada das condições de financiamento aos empreendedores”, observou.

A ministra lembrou que 18 obras de hidrelétricas estão em andamento no País, embora exista um conjunto de empreendimentos paralisados. “A energia proporciona não apenas desenvolvimento para uma região, mas emprego, renda, demanda para a construção civil e pesada, além de movimentar a indústria de equipamentos”, acrescentou. Em seu discurso, o governador Germano Rigotto disse apoiar a decisão do governo federal de instituir um novo modelo energético com ênfase no planejamento que evite fatos como o racionamento.

A usina Castro Alves integra o Complexo Energético Rio das Antas, que inclui, além da Hidrelétrica Monte Claro (com uma das duas unidades geradoras funcionando a partir de outubro), a Hidrelétrica 14 de Julho, também a ser construída. Juntas, as três usinas vão aumentar a potência instalada do Rio Grande do Sul em 360 MW.

Serão investidos R$ 675 milhões (a base é dezembro de 2003), com 66% de recursos financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e 34% cobertos pela Ceran, constituída em janeiro de 2001 pelo consórcio formado pela Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), que detém 30% das ações, CPFL Geração de Energia S/A (65%) e Desenvix S/A (5%). Rigotto assinou contratos de financiamento com o BNDES para a liberação da primeira parcela do financiamento de R$ 435,8 milhões. Serão repassados diretamente pelo banco R$ 240 milhões e, por meio do Banrisul, Caixa RS – Agência de Fomento, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e Banco do Brasil, mais R$ 195 milhões.

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