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Corona redesenha desempenho com sistema de informação

Uma das maiores empresas do setor sucroalcooleiro, o Grupo Corona (usinas Bonfim e Tamaio), da região de Ribeirão Preto (SP) tem números expressivos e situação com gestão estratégica definida. É uma das maiores exportadores de açúcar do País, tem um moderno projeto de cogeração de energia elétrica e prevê para a safra em andamento um faturamento acima de R$ 370 milhões, produzindo 9,5 milhões de sacas de açúcar e 174 milhões de litros de álcool. Tudo isso graças a 6,2 mil empregados (3,8 mil na entressafra), 2,5 mil veículos (leves e pesados), um estoque nas oficinas de 42 mil itens. Todos esses números, algumas das características do grupo empresarial, em muito devem a um programa de tecnologia da informação que permitiu outro perfil de produtividade, eficiência e competitividade.

Em 1999, o Grupo Corona vivia uma situação de sobrevivência perante a crise enfrentada pelo setor, como admite Nelson Fernandes, superintendente de controladoria da empresa. Recém saída de um processo sucessório traumático e com funções administrativas de planejamento e controle descaracterizadas, sem contar baixa integração entre aplicativos, enorme ‘gap’ tecnológico na área de tecnologia da informação, equipe remanescente desmotivada. Passados quatro anos, a empresa está numa fase completamente diferente graças ao programa “Um Passo à Frente” que reorganizou e modernizou as estruturas, entre elas a da informação.

Além de uma profunda reformulação no modelo de gestão estratégica, o fluxo de informação ganhou roupagem nova, descentralizando tarefas, promovendo a integração de dados lógica e fisicamente, permitindo a automatização das funções, uma base de dados única e ainda otimizando rotinas operacionais e eliminando o retrabalho. Com o IFS confirmou-se rapidez na implementação de todo sistema, integração do produto, tecnologia agregada, adaptabilidade dos módulos a diversas áreas, integração de softwares de terceiros e sistemas especialistas internos, estrutura de segurança, facilidade de uso, mesmo padrão de apresentação em todas as áreas e funções de pesquisas fáceis e avançadas.

Fernandes destaca também como outros pontos fortes do IFS implantado a facilidade de exportação de dados para aplicativos Office, excelente relação custo-benefício, baixo requisito de hardware, possibilidade de visões do negócio e de desenvolvimento de aplicações internamente. “A lavoura passou a ser tratada como fábrica de cana no módulo de manufatura e o solo é tratado como um bem de ativo no módulo de manutenção”, exemplifica as mudanças o superintendente de controladoria da empresa. Atualmente o sistema IFS está há quatro safras em operação, presente em todas as áreas funcionais, sendo utilizado por mais de 300 usuários, operando 24 horas por dia durante a safra e totalmente integrado aos sistemas especialistas.

Leia reportagem especial sobre TI (Tecnologia da Informação) na edição de outubro do JornalCana.

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