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“Continuaremos vigilantes”, afirma Renato Cunha sobre importação de etanol sem tarifas

Ele preside as entidades Novabio e o Sindaçúcar-PE

Cunha, presidente da Novabio e do Sindaçúcar-PE: regulação da cota de importação do etanol sem tarifas ‘minimiza’ o problema (Foto: Arquivo/JornalCana)

A definição de como será feita a cota de importação de etanol sem tarifas acalmou os ânimos acirrados de lideranças sucroenergéticas do Nordeste.

Conforme as regras (clique aqui para entender mais), ‘apenas’ 200 milhões de litros poderão ser comprados no período da safra de cana das unidades do Nordeste.

Segundo as lideranças da região, quase toda importação fica no mercado regional, em sério prejuízo à indústria de etanol dos estados nordestinos.

 

 

 

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“Evita desequilíbrio ainda mais comprometedor”

Lideranças do setor como Renato Cunha atestam que a regulação da cota pelo Governo minimizam o problema.

“Ao regular a distribuição da cota, o Governo cumpre seu papel e, assim, tenta minimizar [o problema]”, destaca Cunha, que preside o Sindaçúcar-PE e da Associação de Produtores de Açúcar e Bioenergia (Novabio).

“[A regulação] evita um desequilíbrio ainda mais comprometedor nos efeitos dessa cota de importação no contexto sócio econômico da produção nacional”, destaca Cunha.

“Essa medida, que tenta restaurar as disfunções de competitividade no mercado nacional, contou com o decisivo apoio da Câmara dos deputados e a sensibilidade madura do Ministério da Agricultura.”

Cunha destaca: “A Novabio e os sindicatos do nordeste continuarão vigilantes para que as cotas sejam exercidas de forma menos concentrada e voltadas ao universo dos produtores.”

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