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Companhia mineira surpreende e adquire nova usina

A trajetória do grupo na citricultura, que é um setor até mais complicado do que o da cana-de-açúcar ajudou muito a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool a ter equilíbrio para passar os anos de crise do setor sucroenergético, afirma José Francisco Santos.

“Esse know-how no processo de produção agrícola facilitou a CMAA a trabalhar com a cana”, ressalta o presidente do Conselho da empresa. Segundo ele, existem até mais dificuldades para o manejo da cultura da laranja, que tem elevada incidência de doenças.

Mesmo com pouco tempo de atuação no setor, a CMAA – que começou a operar a sua primeira usina, a Vale do Tijuco, em 2010 – já teve experiência com investimento em expansão, que chegou a ser considerada surpreendente por muitos executivos e especialistas no segmento sucroenergético.

Em um momento que nenhum grupo – nacional ou multinacional – estava indo às compras, a companhia mineira anunciou a aquisição da unidade produtora de etanol CEAA, da empresa americana ADM – Archer Daniels Midland, de Limeira do Oeste, na região do Triângulo Mineiro, onde está localizada a Vale do Tijuco, que fica em Uberaba.

A CMAA tinha projeto de construir um greenfield em um período que o setor estava enfrentando uma situação muito difícil – conta José Francisco. “Começaram a aparecer algumas oportunidades de compra de unidades já em funcionamento. Olhamos dezoito usinas nos estados de Minas Gerais e São Paulo antes da compra da unidade da ADM”, revela.

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