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Coinbra está de olho no setor sucroalcooleiro

A Coinbra, empresa controlada pela multinacional Louis Dreyfus, está de olho em novas usinas de açúcar e álcool do Brasil, segundo Marcos Câmara, executivo da empresa. Mas ainda não há nenhum negócio encaminhado — a empresa não “namora” nenhuma usina específica.

Com atuação forte em 53 países, o grupo Louis Dreyfus — fundado em 1851 — tem participação pesada em açúcar no mundo. Presente no Brasil desde 2000 no segmento de açúcar, quando adquiriu a Usina Cresciumal, de Leme (SP), e um ano depois a mineira de Luciânia, a empresa quer expandir seus negócios no setor de açúcar e álcool.

As duas usinas produzem cerca de 250 mil toneladas de açúcar. “Não temos objetivo de adquirir uma usina por ano. Mas não descartamos boas

oportunidades”, disse Câmara ao Jornal Cana. A empresa é uma das principais processadoras mundiais de soja e de suco de laranja, com forte atuação na comercialização de commodities agrícolas e energéticas. Quando comprou a Cresciumal em 2000, o grupo Louis Dreyfus abriu precedente para que outras companhias estrangeiras entrassem no setor sucroalcooleiro.

Seguindo o mesmo passo da francesa, a Béghin-Say entrou no setor com a

compra da Açucareira Guarani, com uma usina em Olímpia e outra em

Severínia, ambas instaladas no interior de São Paulo.

Se fechar a compra de uma nova usina, a Coinbra dará preferência por um grupo transparente e eficiente, diz Câmara.

Segundo o executivo, a empresa este ano teve uma produção mais açucareira em razão dos preços mais remuneradores do açúcar em relação ao álcool.

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