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COFCO International recebe certificação RenovaBio para suas plantas

Companhia continua com investimentos visando mais sustentabilidade na produção

Cofco Agri unidade Catanduva — Foto: divulgação

A COFCO International acaba de finalizar o processo que lhe concedeu a certificação RenovaBio para a usina de biodiesel, localizada em Rondonópolis (MT), além das quatro usinas de etanol hidratado e anidro da companhia, localizadas nos municípios paulistas de Sebastianópolis do Sul, Catanduva, Meridiano e Potirendaba.

O processo de certificação teve início no final de 2019 e foi acompanhado de uma empresa de auditoria externa independente, que ficou responsável pelas 3 fases do processo de análise: agrícola, industrial e distribuição.

Na fase agrícola é analisado o percentual de matéria-prima elegível para produção de biocombustível, portanto, a COFCO precisou comprovar que suas matérias-primas – soja para a usina de biodiesel e cana-de-açúcar para as usinas de etanol – são provenientes de áreas nas quais não houve desmatamento, comprovando a sustentabilidade de seu sistema produtivo, o que também inclui a distância percorrida pela matéria-prima até a fábrica.

Na fase industrial foi avaliada a eficiência da operação das usinas, como consumo de insumos, energia e combustíveis. Por fim, a fase de distribuição avaliou o meio de transporte utilizado para enviar o biocombustível até as bases das distribuidoras.

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Os dados coletados nas três fases são usados para calcular o fator de emissão da produção. A partir dele, pode-se chegar ao número de créditos de carbono (CBIOs) gerados pelo volume produzido de biocombustível na usina. Cada CBIO equivale a 1 tonelada de emissão de poluente evitada.

De acordo com a empresa, a certificação RenovaBio e a consequente geração de créditos de carbono (CBIOs) “faz parte da estratégia da COFCO International de atuar na produção de biocombustíveis de forma responsável, o que mostra a seriedade e o compromisso da empresa com a sustentabilidade de suas operações”.

O certificado é válido por três anos e, caso haja uma redução superior à 10% no percentual de elegibilidade da matéria-prima, a companhia precisa comunicar à ANP (Agência Nacional do Petróleo) para que o fator de emissão seja revisto.

Ao preencher todos os pré-requisitos exigidos pelo RenovaBio, a usina de biodiesel da companhia em Rondonópolis (MT) recebeu o Certificado da Produção ou Importação Eficiente de Biocombustíveis. E os investimentos da empresa nesta planta irão continuar.

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Recentemente a empresa anunciou o início da construção de um duto de 2,9 quilômetros de extensão, que levará o biodiesel diretamente para as distribuidoras instaladas no terminal intermodal de Rondonópolis. Quando o duto estiver em funcionamento, a empresa prevê uma redução na emissão de poluentes de mais de 7.000 carregamentos – hoje são realizados via caminhão – e uma economia de energia de mais de 2.700 horas de trabalho por ano, o que aumentará ainda mais sua eficiência energético-ambiental.

“Por conta da eficiência logística, esse grande investimento ainda reduzirá o custo de entrega para os clientes, trazendo agilidade e garantia na qualidade do produto”, afirmou a empresa em comunicado.

 

 

 

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