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Carta ao leitor: Demanda por sustentabilidade coloca etanol no centro do palco 

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Com o propósito cada vez maior de diminuir a dependência do petróleo e reduzir as emissões de CO2, o mundo se rende cada vez mais às externalidades do etanol, resultando no avanço de pesquisas para o uso do produto, especialmente para o incremento da eletrificação.

Pensando na sustentabilidade, montadoras como a Nissan, a BMW e a Volkswagen, já informaram que vêm investindo em estudos para conseguir produzir eletricidade a partir do etanol em células de combustível para abastecer seus carros elétricos.

Inclusive, o Grupo Volkswagen acaba de anunciar que o Brasil será sede de um Centro de Pesquisa & Desenvolvimento voltado para o estudo de soluções tecnológicas baseadas em etanol e outros biocombustíveis para mercados emergentes, que utilizam energia limpa, para a combustão e soluções híbridas.

Neste mês, o JornalCana aborda o assunto em várias matérias, incluindo a continuidade da série que mostra porque os biocombustíveis são estratégicos para a eletrificação. Em entrevista ao jornal, Gonçalo Pereira, da Unicamp, detalha sobre tecnologias como a de células combustíveis a etanol.

No contexto ainda da sustentabilidade, o ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque ressalta a importância dos biocombustíveis para o Brasil liderar a transição energética, com a participação cada vez maior do produto na matriz energética nacional. Albuquerque detalha os benefícios do Programa Combustível do Futuro, lançado recentemente pelo Ministério e aprovado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e que direciona o país para uma economia de baixo carbono.

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Nesta edição, a trajetória de sucesso do Grupo Colombo ilustra a matéria de capa. Com um processo de modernização em curso, a companhia vem, há seis anos, implantando um novo modelo de governança corporativa, com reestruturação societária e profissionalização da gestão. Colocando em prática o ESG, a empresa conquistou recordes na moagem na safra 20/21 e também financeiramente, registrando lucro líquido de R$ 405 milhões no exercício encerrado em 31/03/21.

E por falar em ESG, a edição destaca que o conceito estende cada vez mais suas raízes ao setor sucroenergético, fazendo parte do dia-a-dia das empresas do segmento. Em webinar promovido pelo JornalCana, os executivos Gustavo Alvares, CEO da Atvos; Otávio Lage de Siqueira Filho, diretor-presidente da Jalles Machado e Renato Junqueira Santos Pereira, vice-presidente de Açúcar, Etanol e Energia da Adecoagro comentam como as ações realizadas vêm contribuindo para o crescimento das companhias que atuam.

Os resultados financeiros de alguns grupos, a compra da Cevasa pela Usina Batatais e outras iniciativas de algumas empresas, como a Raízen, que anunciou a construção da segunda planta de etanol 2G e informações sobre o início da produção de biogás e de levedura do Grupo Cocal também podem ser conferidas neste mês.

LEIA MAIS > São Simão Bioenergia deverá produzir 90 mil litros/dia de etanol a partir de agosto

Na área agrícola, destacamos que a utilização de novas tecnologias voltadas para uma maior integração entre homem e máquina e computadores, aos poucos vai transformando o setor sucroenergético. As ações de Corte, Transbordo e Transporte (CTT) já começam a refletir resultados dessas mudanças. Além disso, trazemos informações sobre as soluções que produtores estão usando para amenizar os impactos da crise hídrica, mantendo assim os indicadores da safra positivos.

É muito conteúdo interessante!

Boa leitura!

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