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Cana soca exige cuidados com as plantas daninhas durante a seca

Controle pré-emergente de folhas largas e gramíneas durante a soqueira levará o canavial a expressar seu máximo potencial

Chegou o momento oportuno de prevenir o canavial das plantas daninhas que virão emergir em épocas de chuva

[Patrocinado]

A região Centro-Sul do País passa pelo período de seca que se estende até o mês de agosto e, durante esses meses, é necessário que o canavicultor se antecipe e previna o canavial das plantas daninhas que virão emergir em épocas de chuva. Esta é a Hora H da Cana-de-açúcar. A presença de plantas indesejáveis na lavoura pode causar grandes perdas, caso não haja o devido controle, podendo chegar até 50% de prejuízo na produtividade do canavial.

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O manejo ideal deve considerar para estas épocas o uso de herbicidas adequados para o período seco, como Ritmo, da IHARA, produto pré-emergente de amplo espectro que inibe a germinação de folhas largas de difícil controle e gramíneas. Ritmo é um produto específico para a soqueira seca, pois assim que aplicado, ele permanece ativo sobre o solo, mesmo durante a seca, sem ser degradado e, quando as chuvas vierem o produto ainda controlará as plantas daninhas.

Entre as plantas daninhas mais comuns, pode-se citar as plantas de folhas largas – mamona, mucuna e merremias -, de hábito trepador, e também a corda-de-viola e bucha, que raramente eram vistas nos canaviais, mas que agora se fazem presentes. Há também a Tiririca (Cyperus rotundus), que, mesmo após muitos anos de estudos, experimentação e estratégias de controle, ainda permanece como um sério problema para o canavial.

Entre as gramíneas podemos destacar a braquiária, capim colchão e capim colonião que também infestam em período seco e são controladas pelo Ritmo. A matocompetição concorre diretamente por nutrientes, água e luz, reduzindo desta forma a qualidade e a quantidade do material colhido.

Outro importante ponto a ser destacado para a cana-soca é a atenção que o canavicultor necessita ter com o controle de nematoides – fito parasitas que atacam o sistema radicular da cana-de-açúcar sob o solo. Os prejuízos causados pelos nematoides podem chegar a 30%, se não controlados. Neste caso, a IHARA disponibiliza ao produtor o Pottente Max, nematicida de alta performance e eficácia, podendo ser aplicado inclusive durante a seca em corte de soqueira.

O momento de mercado que as usinas e os fornecedores de cana-de-açúcar atravessam é positivo, pois os preços pagos estão em alta. Porém, para que daqui a 10/12 meses a cana-de-açúcar que está brotando agora possa oferecer seu máximo potencial na colheita, o produtor deve investir na prevenção do canavial.

Além das tecnologias empregadas no período seco, a IHARA dispõe de produtos que serão de extrema importância para a época das águas, como o inseticida MAXSAN, para o controle da cigarrinha, uma praga que ataca o sistema radicular da planta e o MIMIC, que mimetiza o hormônio de crescimento do inseto da broca da cana, fazendo com que a lagarta deixe de se desenvolver e não faça galerias dentro da cana-de-açúcar.

*Rodrigo Naime é engenheiro agrônomo e consultor de desenvolvimento de mercado da IHARA

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