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Cachaça vira nova fonte de riqueza local

Depois de deixarem de produzir o café, algumas das fazendas do sul fluminense passaram a se dedicar a outra bebida que também é uma paixão dos brasileiros: a cachaça. E, assim como acontecia com o café, a aguardente de cana também é exportada para países da Europa, como a França.

O principal produtor da região é o alambique da fazenda Santa Rosa, em Valença (a 150 km do Rio).

De acordo com os produtores, a cachaça Santa Rosa, que existe desde 1871, possui uma característica que a difere de outras: é a única produzida em alambique de cobre que é 100% isenta deste metal, furtuol ou fúsel.

Quem vai à fazenda acompanha a produção da bebida, cujo amadurecimento se dá em barris de carvalho e de outras madeiras nobres. A produção da cachaça Santa Rosa já chega a mais de 100 mil litros por ano. A garrafa de 750 ml sai por R$ 5 (comum) ou R$ 25 (reserva especial).

Outra famosa cachaça da região é a Magnífica, produzida na fazenda do Anil, em Miguel Pereira (a 120 km do Rio). A bebida só é engarrafada após ficar dois anos em tonéis.

A fazenda São João da Prosperidade, em Barra do Piraí (a 119 km do Rio), também tem alambiques abertos para visitas, que custam R$ 12 ou R$ 15 (com lanche).

Em Paracambi (a 75 km do Rio), é feita a cachaça Paracambiana, muito degustada na região.

Museu

A bebida é tão apreciada por ali que ganhou um museu em Paty de Alferes (a 120 km do Rio). O local tem um acervo de 1.400 marcas de cachaça de todas as regiões do país, catalogadas por temas.

O museu possui vários quadros que retratam a história da cachaça, além de um minialambique de cobre, com painéis explicativos. Os visitantes acompanham o processo de envelhecimento e de engarrafamento da aguardente.

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