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Assembleia ratifica CEISE BR na gestão do APL de Sertãozinho – SP

Empresas do APL estarão presentes na próxima edição da Fenasucro & Agrocana, inseridas num projeto de capacitação

Na última terça-feira, dia 25, assembleia realizada em sua sede, no Centro Empresarial Zanini, ratificou o CEISE BR como gestor do Arranjo Produtivo Local (APL) Metalmecânico de Sertãozinho – SP. A entidade se prepara para assumir a administração do APL e expandir o potencial industrial do município, que quer reforçar a referência de capital do açúcar e etanol.

Implantado em 2018, o APL teve suas ações interrompidas no período da pandemia e foi criado com o objetivo de desenvolver o mercado local, aproveitando as ideias dos empresários que estão dentro da cadeia produtiva, criando estratégias para o mercado interno e externo, e também incentivar pesquisas para o desenvolvimento de novas tecnologias, gerando emprego e renda para a cidade.

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Rosana Amadeu

Assumir a gestão do APL será mais um desafio a ser assumido pelo CEISE Br. Para a presidente da instituição, Rosana Amadeu da Silva, “Sertãozinho reúne indústrias que têm condições de contribuir para as mudanças da transição energética e para as questões climáticas. Temos aqui empresas que fazem o combustível limpo, seja de cana ou de milho. Temos que aproveitar o bonde da história e não perder essa oportunidade. Temos empresários incríveis aqui na cidade e outros que estão espalhados pelo território nacional, que vão entender que o CEISE não é só de Sertãozinho; o CEISE é BR e reunimos plenas condições, pois temos muitas pessoas trabalhando ao nosso lado”, disse, ao avaliar que esse será um importante passo a ser dado pela entidade.

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Henrique Gomes

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Sertãozinho, Henrique Gomes, o APL, ainda em fase incipiente, precisa de maior integração entre as empresas. “Existia governança, mas faltava uma entidade para coordenar as ações de planejamento estratégico. Com a inserção do CEISE Br, o APL poderá passar para uma fase madura, até migrar para o reconhecimento internacional, o que seria o quarto estágio de sua evolução”, disse.

Paulo Gallo, ex-presidente da entidade e ex-secretpário de de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Sertãozinho, destacou que o CEISE Br, ao assumir esse compromisso, não passará a ser o dono do APL, e sim o presidente do comitê gestor. “O CEISE será apenas um instrumento de operacionalização”, lembrou.

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Guilherme Moroço

Para Libânio Carlos de Souza, primeiro vice-Presidente, a participação do CEISE Br como instituição gestora eleva o prestígio do APL. “Você faz um evento que tem um representante do CEISE, joga o evento lá para cima”, afirmou.

Carlos Roberto Liboni, fundador e ex-presidente, afirmou que essa participação implica em um crescimento do CEISE. “Nós temos história, associados sérios e, no final das contas, a gente vai sair da zona de conforto e entrar na zona de crescimento”, disse.

Guilherme Moroço, da associada DRUL, levantou a questão da necessidade de capacitação profissional. “Também é preciso pensar que essas áreas de suporte precisam dar fomento para esse crescimento”, argumentou.

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Paulo Montabone

Paulo Montabone, diretor da Fenasucro & Agrocana, que participou como convidado da presidência, ressaltou a importância do APL e destacou a participação das indústrias na feira, que será realizada entre os dias 15 e 18 de agosto, nas dependências do Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho-SP.

Trata-se de um projeto que vai proporcionar uma trilha de experiência consultiva, que inclui consultorias de negócios e exposição na feira para empresas de pequeno e médio porte. Serão oferecidas 20 vagas e uma trilha de capacitação em cinco passos. Poderão participar empresas do segmento sucroalcooleiro que tenham faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e desejam crescer de forma de planejada e sustentável.

“É um projeto de dois anos que vai ajudar a democratização do acesso à feira, que é de grande porte, com subsídios para as empresas interessadas que fazem parte do APL, neste primeiro ano, a custo zero e, em 2024, com subsídios de 50% no valor da exposição”, explicou Montabone.

 

 

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