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Às vésperas do leilão, usinas de João Lyra são alvos de ações criminosas

Bandeira de entidade de movimentos de sem-terra: ocupação (Foto: Divulgação)
Bandeira de entidade de movimentos de sem-terra: ocupação (Foto: Divulgação)

A Administração Judicial da Massa Falida Laginha Agro Industrial S. A. apura ações criminosas nas usinas de cana-de-açúcar Triálcool e Vale do Paranaíba, pertencentes à Massa Falida que foi do empresário João Lyra. As ações ocorrem às vésperas do leilão das duas unidades, previsto para 15/09.

Segundo divulgação na imprensa e na página na internet da Massa Falida, João Daniel Marques Fernandes, administrador judicial, foi a Minas Gerais, onde ficam as duas usinas, para intervir na invasão da Usina Triálcool, localizada no município de Canápolis.

“Encontramos uma situação caótica, beirando a agressividade”, disse Fernandes. Segundo apurado, as terras da usina foram ocupadas pelo MST e por outros movimentos sem-terra que formam a União Nacional de Luta Camponesa (UNLC).

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Conforme o administrador, com a ajuda de representantes da sociedade civil organizada e da Política Militar de Minas Gerais foi possível liberar os funcionários da Triálcool, então feitos reféns, e evitar a invasão e depredação do parque industrial. Foi registrado boletim de ocorrência.

Fernandes informou à imprensa que cerca de 100 integrantes dos movimentos sem-terra deixaram a usina e se deslocaram para a Fazenda Germina, também do grupo e que já havia sido ocupada em 31 de julho último.

Fogo

No meio de agosto, a usina Vale do Paranaíba, localizada em Capinópolis, foi vítima de ação criminosa. Segundo o administrador judicial da Massa Falida Laginha, a unidade foi vítima de incêndio. Não houve grandes danos.

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