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Ampliar a cota de importação de etanol “trará prejuízos às empresas brasileiras”

Avaliação é de Edmundo Barbosa, do Sindálcool-PB

Foto: Asplan/Divulgação

Desde 31/08, o Brasil pode importar até 750 milhões de litros de etanol por ano sem tarifas de importação.

A medida, que amplia em 150 milhões o total da cota anterior, é criticada por liderança sucroenergética.

Edmundo Barbosa, presidente do Sindalcool da Paraíba, entidade representativa das usinas do estado, atesta que a medida do governo federal é inadequada.

 

 

Confira as avaliações de Barbosa:

  • A medida é inadequada trará prejuízos a todas empresas brasileiras produtoras de etanol de cana.
  • Além de prejudicar aos fornecedores de cana e aos trabalhadores.
  • Provocará menor geração de renda no País por decisão política.
  • A tarifa de importação Mercosul do Etanol é de 20%.
  • Esta liberalidade atrapalha o RenovaBio – Política Nacional de Biocombustíveis em seu primeiro ano.
  • E promove desequilíbrio regional.
  • A região Nordeste é prejudicada diretamente porque é por onde chega o Etanol importado dos Unidos.

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