“Transição energética será um processo flexível e diversificado”

Afirmação é do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque

O ministro de Minas e Energia participou, em 15 e 16 de janeiro, da XII Assembleia da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), realizada em formato virtual a partir de Abu Dhabi. O evento debateu os resultados da COP-26 e do Diálogo de Alto Nível de Energia das Nações Unidas, no qual tanto o Brasil quanto a Agência desempenharam papel de destaque.

Em sua intervenção na reunião ministerial, o ministro Bento Albuquerque destacou que, desses exercícios, ressaltam “três lições principais: primeiro, que a transição energética será um processo flexível e diversificado; segundo, que nem tudo tem a ver com ambições de longo prazo, sendo preciso também entregar resultados concretos mais imediatos; e, finalmente, que o seguimento e a implementação são tão importantes quanto as negociações e compromissos”.

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A IRENA foi criada em 2009 e conta atualmente com 166 membros, além de 22 Estados em processo de adesão, entre os quais o Brasil. A IRENA é agência internacional de referência no setor de energias limpas e renováveis e tem desempenhado papel central nas discussões internacionais sobre a transição energética.

O Brasil tem tido um engajamento produtivo com as áreas técnicas da Agência em temas de interesse para o país, como o planejamento de longo prazo. O Brasil deve participar dos esforços da IRENA no sentido de realizar levantamento do setor de energias renováveis na região sul-americana, por meio do programa “RE-Map South America”.

O ministro de Minas e Energia indicou que “por cinco décadas, as energias renováveis têm estado no centro do planejamento energético brasileiro e das políticas nacionais para o setor”, enfatizando não ser por acaso que o país possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo.

 

 

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