Monitoramento é a chave da eficiência no manejo de pragas e doenças

Caê Alonso Ramos, coordenador de vendas para o setor de cana-de-açúcar, da Koppert

O manejo integrado de pragas e doenças é uma das premissas básicas do trabalho da Koppert, de Piracicaba (SP). A empresa de origem holandesa atua há quatro safras no controle biológico de lavouras de cana-de-açúcar no Brasil. Para eles a chave que abre as portas da eficiência é o monitoramento integral das aplicações feitas, dando condições de que o produtor acompanhe de perto os resultados.

Em busca de aumentar a produtividade da cana-de-açúcar e reduzir os custos no trato cultural a empresa disponibiliza em seu portfólio soluções biológicas que custam em alguns casos 80% menos que o custo do defensivo químico. “Temos produtos que custam de 20 a 80% menos que os químicos. E em relação a aumento de produtividade, estão entregando em média seis toneladas a mais de cana. Contribuem também com a redução do grau de risco relacionado à definição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários”, revela Caê Alonso Ramos, coordenador de vendas para o setor de cana-de-açúcar, da Koppert.

Segundo Ramos, o monitoramento é a palavra-chave para economia e correto controle biológico. “Exemplo disso é a tolerância em relação a “cigarrinha da raiz”. Em casos onde ela atua em uma cana colhida em final de safra (três meses, por exemplo,) a tolerância à infestação é reduzida, já uma cana colhida em início de safra, com 6 meses, pode suportar ainda sem danos uma infestação relativamente superior, conforme a variedade sendo essencial o monitoramento para decisão da necessidade de aplicação de defensivo químico ou biológico. Damos este tipo de orientação ao produtor o que gera uma boa forma de economia. Não queremos empurrar um produto ao produtor, mas ajudá-lo a monitorar sua lavoura e utilizar os produtos no momento adequado”, explica.

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