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Adriano Pires fala sobre o cenário sucroenergético em 2014

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Janeiro é o mês onde a grande carga de impostos brasileira chega ao bolso da população. É nele, também, que muitos produtores de cana-de-açúcar dão início a safra que está por vir, sonhando com investimentos para aumentar sua produção e realizando apenas o necessário para sobreviver.

Para o diretor do CBIE – Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, 2014 não será diferente. Ele explica que no último ano as medidas anunciadas pelo Governo Federal em prol do setor não trouxeram a tão sonhada previsibilidade aos empresários. “O produtor deve ser conservador, pois por parte do governo, não vemos nenhuma política consistente, que dê sustentabilidade para serem arrojados”.

Defensor da volta da cobrança da Cide – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico sobre a gasolina, Pires considera que 2014 será mais um ano de indefinições, até porque, trata-se de um período eleitoral. “Como você vai investir se não há diálogo do governo com o setor? O que se vê claramente é que o governo não está interessado que o Brasil seja um grande produtor de etanol”.

Por fim, Pires fala sobre a recente discussão que surgiu na Sala do Etanol, dentro do Ministério de Minas e Energia, sobre o E85, uma mistura de 85% de etanol anidro e 15% de correntes intermediárias de gasolina. “O assunto precisa ser debatido com muita calma. Nos momentos de crise sempre surgem pessoas com soluções mágicas, o que normalmente não é bom. Antes do E85 temos outras providências que deveriam ser tomadas, como por exemplo, a volta da Cide”.

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