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Acordo parcial na negociação com a Bolívia

O diretor de gás e energia da Petrobras, Ildo Sauer, informou que a estatal brasileira e a produtora de gás na Bolívia, YPFB, chegaram a acordo parcial sobre importação do insumo do país vizinho. A negociação do contrato com a Bolívia e os governadores, produtores e exportadores foi dividida em partes. O que foi resolvido inicialmente trata da flexibilização da cláusula de “take or pay” para o pagamento do volume de gás consumido em 2002.

A YPFB queria US$ 110 milhões pelo gás, mas a Petrobras entendia que tinha de pagar US$ 88 milhões. As duas chegaram a uma média, que Ildo Sauer preferiu não revelar. A diferença decorre do volume que estava previsto para ser importado e a quantidade realmente consumida. Pelo preço que a estatal brasileira deveria pagar, o consumo deveria ter sido de 18 milhões de m³, mas a demanda fraca fez com que a Petrobras importasse cerca de 12 milhões de m³.

Este ano, porém, houve expressivo aumento da demanda por gás natural, o que Sauer classificou como uma demonstração de boa vontade dos brasileiros. O consumo diário subiu de 14 milhões de m³ no início do ano para 18 milhões de m³ em meados de agosto.

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