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Acordo com EUA está perto

A notícia de que os Estados Unidos cumprirão o plano do presidente George W. Bush de aumentar a utilização de fontes de combustíveis renováveis em sete vezes nos próximos dez anos, sem ampliar as importações de etanol provenientes do Brasil, segundo um consultor especial da secretária de Estado norte-americana Condoleezza Rice, não preocupou empresários do setor de açúcar e álcool.

Durante a visita de Bush ao Brasil, na próxima semana, os dois países vão assinar um protocolo de colaboração que envolve, entre outros temas, o etanol. E ambos os países, além de China, Índia, África do Sul e Comissão Européia, lançam nesta sexta-feira, em Nova York, o Fórum Internacional de Biocombustíveis, cuja meta é desenvolver internacionalmente o uso e a produção sustentável de biocombustíveis.

“Podem até falar que os Estados Unidos não vão precisar do nosso álcool. Mas, num belo dia, pode haver um problema com o milho, uma cultura muito mais sujeita a variações climáticas e de produtividade do que a cana-de-açúcar. Aí, a situação pode mudar”, diz Luiz Gustavo Junqueira Figueiredo, diretor comercial da Usina Alta Mogiana, de São Joaquim da Barra (SP).

Vice-presidente da Câmara de Açúcar e Álcool da BM&F, Figueiredo acha que os EUA até podem aumentar a produção de etanol de milho. Mas considera “otimista e incerto” que a produção seja elevada de 17,8 bilhões de litros por ano para 132,5 bilhões de litros.

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