fbpx

A era do bóia-fria está perto do fim

No Grupo João Lyra, de Alagoas, não há mais “bóia fria”. Esta é a afirmação de Ronaldo Melo, gerente social do Grupo. “Não existe mais ´bóiafria´ nas usinas do Grupo, mas quentinhas, além das sobremesas, com frutas e doces e água gelada para os trabalhadores rurais. Nos refeitórios das usinas há ainda refrigerante ou sucos”.

O gerente social diz que o Grupo é um dos únicos do Nordeste que servem alimentação no campo. “Nossa alimentação é terceirizada, com

acompanhamento de nutricionista, que fornece relatórios para indicar a situação da alimentação e o grau de satisfação do colaborador, que arca com parte das despesas”, diz.

Segundo ele, o Grupo mantém um cuidado especial com o tipo de alimentação que é servido no campo para os trabalhadores rurais, devido ao risco de estragar. “A empresa fornecedora tem o cuidado de não acondicionar qualquer tipo de alimento e de tempero nos marmitex. Nossa assistente social também realiza um trabalho de avaliação da alimentação, no campo e nos refeitórios internos”.

O gerente informa que o alimento chega ao campo através de caminhões baús acondicionados em caixas térmicas desenvolvidas pelo Grupo, chegando quente para os colaboradores. Durante a safra, nas três unidades do Grupo, são servidas em média 3 mil refeições/dia e 5 mil complementos. “Esses complementos são pães feitos de soja e trigo, com margarina e o leite de soja, que são servidos na lavoura as 7h. As usinas também servem o café da manhã, almoço e jantar para os moradores e plantonistas”, diz.

Existe um projeto que poderá ser implantado ainda este ano, denominado “Projeto Sopão”, que permitirá ao colaborador levar para casa 300ml de sopa para compartilhar com a família.

“Quem sai ganhando é o colaborador. Temos pesquisas que comprovam que através de uma boa alimentação e satisfação, o funcionário tem menos doenças, produz mais e vive mais feliz”.

Paulo Cesar Malheiros de Almeida, diretor geral, da empresa Servebem Comércio de Alimentação, diz que a alimentação é fornecida nos restaurantes a granel para a indústria e administração e, alimentação de campo que é fornecida e embalada no campo.

“O segmento tem tratado o assunto separadamente, em função da dificuldade em organizar o fornecimento para o campo por causa do volume e logística. A maioria das usinas fornece alimentação para a indústria e administração de forma terceirizada e não fornece para o campo”.

Confira matéria completa sobre alimentação na edição de setembro do JornalCana.

Inscreva-se e receba notificações de novas notícias!

você pode gostar também
Comentários
Carregando...
X