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55 unidades começam a pagar pelo uso da água na indústria

A partir de 1o de julho, 55 unidades sucroenergéticas paulistas começam a ser cobradas pelo uso da água em suas indústrias. Elas estão distribuídas em quatro Bacias Hidrográficas: Pardo, onde ficam 13 das unidades produtoras, Baixo-Pardo/Grande (11), Sapucaí-Mirim/Grande (6) e Mogi-Guaçu (25).

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), representante de unidades da região Centro-Sul do País, afirma que o setor sucroenergético paulista se preparou ao longo dos anos para arcar com o custo da cobrança pelo uso da água.

O custo está estimado em cerca de R$ 20 milhões por ano quando todos os Comitês de Bacias estiverem cobrando. O montante financeiro leva em consideração a racionalização da água já feita pelas empresas sucroenergéticas.

Segundo a Unica, a racionalização significa captação de água de 1 metro cúbico (m3) por tonelada de cana-de-açúcar, consumo de 2 m3/t cana e zero de lançamento de  efluentes (esgoto).

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