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4 impactos positivos do RenovaBio para as usinas

Avaliações são do VP Comercial da Atvos

[Atualizado às 15h20 de 02/08/19]

Qual é o impacto da Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio, para o setor sucroenergético?

Marcelo Mancini Stella, VP Comercial da Atvos, apresenta quatro respostas para essa pergunta.

Ele fez suas projeções durante palestra em painel nesta quinta-feira (01/08) no 12º Congresso Nacional da Bioenergia.

O evento é realizado pela UDOP em Araçatuba (SP).

Antes de listar 4 impactos positivos do RenovaBio para o produtor de etanol, Mancini projeta 10 milhões de metros cúbicos extras até 2030 para atender ao programa.

Para esse volume extra, serão necessários 160 milhões de toneladas de cana.

Conforme premissas, essa oferta extra de biocombustível exige 30 usinas greenfields e investimentos sugeridos de R$ 60 bilhões.

Entrementes, Mancini lembra que isso tudo pode ocorrer caso o RenovaBio deslanche.

“Impossível o programa não trazer efeito positivo para o setor e para a população, já que o benefício principal é a redução de emissões de CO2.”

4 impactos positivos do RenovaBio para o produtor de etanol

De seu lado, o VP da Atvos divide esses impactos em 4 ondas.

1 – A primeira onda será ganho de receita e diminuição do endividamento do setor.

      “Ninguém investirá em greenfield no primeiro ano [de vigência do RenovaBio]”

2 – Segunda onda: ganho de produtividade e expansão de área. Sem necessidade de greenfield.

3 – Terceira onda: investimentos em desgargalamentos industriais, com expansão das áreas industriais das unidades.

4 – Quarta onda: entram os investimentos em greenfields de cana, de etanol de milho ou de etanol 2G.

 

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