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3 impactos do reajuste de combustíveis nas usinas de cana

A Petrobras decidiu reajustar os preços de venda de seus combustíveis nas refinarias. Os reajustes são de 6% na gasolina e de 4% no óleo diesel.

A decisão foi anunciada na noite de terça-feira (29/09).

Confira a seguir três impactos imediatos no setor sucroenergético com o reajuste anunciado pela estatal. 

1 – O reajuste no preço do óleo diesel impactará nos custos das usinas de cana-de-açúcar, cujas frotas de veículos e de máquinas agrícolas são movidas pelo derivado do petróleo. Significa alta de pelo menos 4% nos custos de produção da safra 15/16

2 – A alta no preço da gasolina beneficia diretamente o etanol hidratado, porque o consumidor tende a optar ainda mais pelo biocombustível. Mesmo que ele também suba de preço, continuará abaixo de 70% do valor da gasolina.

3 – O maior consumo de etanol hidratado, que já acumula vendas mensais de 1,5 bilhão de litros, é motivo de preocupação no setor sucroenergético, porque a produção é quase toda ofertada para consumo imediato, sem margens para estocagem do biocombustível durante o período da entressafra na região Centro-Sul

Desde esta quarta-feira (30/09), a gasolina custa 6% mais nas refinarias
Desde esta quarta-feira (30/09), a gasolina custa 6% mais nas refinarias

 

Saiba mais sobre o reajuste

Os aumentos já valem a partir desta quarta-feira (30) e são em valores médios no Brasil.

“Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”, especificou a estatal em nota, segundo a Agência Brasil.

A recomposição de preços é uma estratégia da companhia para recuperar sua situação financeira e permitir que possa manter os investimentos previstos.

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