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10 informações sobre a tecnologia que transforma o açúcar em plástico renovável

Unidade de demonstração Braskem e Haldor Topsoe (Foto: Divulgação)

JornalCana destaca a seguir 10 informações sobre a tecnologia que transforma o açúcar em plástico renovável.

Trata-se do desenvolvimento de monoetilenoglicol (MEG) a partir do açúcar. O MEG é matéria-prima para o PET, resina amplamente utilizada nos setores têxtil e de embalagens, em especial para a fabricação de garrafas.

Confira 10 informações sobre a tecnologia que transforma o açúcar em plástico renovável.

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Braskem e Haldor Topsoe

As empresas Braskem, petroquímica e produtora de biopolímeros, e a Haldor Topsoe, player em catalisadores e tecnologia para as indústrias química e de refino, anunciaram em 2017 acordo de cooperação.

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Em única unidade

O foco é o desenvolvimento de tecnologia capaz de converter o açúcar em MEG dentro de uma única unidade industrial, reduzindo o investimento inicial na produção e, assim, impulsionando a competitividade do processo.

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Demonstração pioneira

No começo de fevereiro, a Braskem e a Haldor Topsoe anunciaram o comissionamento da unidade de demonstração pioneira no desenvolvimento de monoetilenoglicol (MEG) a partir do açúcar. Localizada em Lyngby, na Dinamarca, a operação da planta piloto é a etapa decisiva para a confirmação da viabilidade técnica e econômica desse processo de produção de MEG renovável em escala industrial.

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Mercado de MEG

O MEG é matéria-prima para o PET, resina amplamente utilizada nos setores têxtil e de embalagens, em especial para a fabricação de garrafas. Atualmente, o mercado global de MEG movimenta cerca de 25 bilhões de dólares, segundo as empresas.

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Energias renováveis

“A Haldor Topsoe é líder mundial em soluções catalíticas e estamos determinados a manter essa posição também na área de energias renováveis”, afirma Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe. “Por isso, estamos contentes por poder iniciar a próxima fase da validação da solução MOSAIK™ para a produção de MEG renovável em conjunto com a Braskem. Nosso objetivo é mostrar que as tecnologias catalíticas inovadoras podem tornar os produtos químicos a partir da biomassa uma opção comercialmente atraente.”

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Amostras

A partir de 2020, segundo as empresas, os clientes receberão amostras para testar em seus produtos.

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Na Dinamarca

A unidade construída na Dinamarca possui capacidade anual de produção da ordem de centenas de toneladas de glicolaldeído, substância que é convertida em MEG.

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Conversão

O objetivo é que a fábrica seja capaz de converter diferentes matérias-primas, como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração, em MEG. Atualmente o composto é feito a partir de origens fósseis, como nafta, gás ou carvão.

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Avanço 

“O processo para desenvolvimento de MEG renovável em parceria com a Haldor Topsoe é um grande avanço em termos de competitividade para o PET Verde. Essa parceria fortalece nosso protagonismo e agrega valor ao nosso portfólio I’m green™, que já conta com o Polietileno Verde e o EVA Verde, ambos produzidos a partir da cana-de-açúcar”, explica Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

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Menos gases

A parceria, conforme o diretor de Químicos Renováveis da Braskem, também reforça nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramenta de captura de carbono, contribuindo para a redução na emissão de gases do efeito estufa.

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